Editorial
Editorial – Edição 10 de julho
Muitas mãos
No último domingo, 5 de julho, completou 30 anos da Lei que criou o Parque de Vila Prudente. Mas, como tantas outras leis, existe um abismo enorme entre a sanção de uma nova legislação e conseguir colocá-la em prática. Foi assim com a ampla área verde situada entre as avenidas Francisco Falconi e Jacinto Menezes Palhares.
A luta pelo Parque de Vila Prudente nasceu na Folha em 1993, através do presidente Newton Zadra. O espaço ainda pertencia ao Serviço Funerário do Município e era uma extensão – muito mal preservada – do Crematório de Vila Alpina. Na época, estava projetada para o local a construção de sede do Fórum de Vila Prudente, que acabaria impermeabilizando parte da área verde. O jornal lançou a campanha para preservar todo o terreno para parque público e a iniciativa logo ganhou a adesão de lideranças, da comunidade e de autoridades.
O ex-vereador Archibaldo Zancra, morador da região, entrou com o Projeto de Lei de criação do Parque de Vila Prudente na Câmara Municipal e foi bem sucedido. A proposta foi aprovada na Casa e depois sancionada pelo então prefeito Paulo Maluf, se tornado a Lei 12.139 em 5 de julho de 1996. Mas, não saiu do papel por falta de verba.
A implantação do parque de fato começou somente a partir de 2003, quando o ex-deputado Adriano Diogo, de família tradicional da Vila Prudente, foi nomeado secretário do Verde e Meio Ambiente na gestão de Marta Suplicy na Prefeitura. Em reconhecimento ao enorme esforço de Diogo para viabilizar recursos para o parque, a área recebeu o nome de sua mãe, Lydia Natalizio Diogo, reconhecida educadora da região. O parque ainda inacabado foi aberto no final de 2005.
Exemplo
A história do Parque Ecológico Profª Lydia Natalizio Diogo mostra como a união coletiva e organizada em prol de uma causa é capaz de vencer as barreiras burocráticas e financeiras dos governos da vez. A Folha plantou a semente, mas foram (e são) necessárias muitas mãos para germinar. Nesses anos todos muitos moradores da região colocaram a mão na terra para fazer o espaço vingar. O parque conta hoje com um Conselho Gestor bastante ativo e engajado. São voluntários, representantes da comunidade, que continuam cobrando as melhorias que o local ainda precisa e merece receber.
No domingo o parque ganhou uma bela festa que mostrou às autoridades o quanto é querido, necessário e que continuaremos sempre lutando por ele. Não aceitaremos projetos que podem prejudicar a real função de um espaço ecológico e seguiremos cobrando benfeitorias. Contem sempre com a Folha.

Ler um Editorial como esse com “e” maiúsculo, de um jornal também maiúsculo, a despeito da diminuição do número de páginas que o compõe hoje, é ter a certeza que existem pessoas, ainda, preocupadas com a realidade dos fatos e mais, com o que interessa: vida! E o verde reflete isso. Com certeza, não se trata de querer o terreno em sua totalidade, unicamente para uso de lazer, esportes e entretenimento, mas para que haja uma grande área de respiro, que inspire a contemplação do indivíduo ao passar por uma área livre, aberta, que evoca a nossa tenta infância quando se tinha campinhos e os chamados terrenos baldios. Paro por aqui porque o tema demanda discussões, mas bem mais o ato da reflexão sobre tudo isso. Deixo meus parabéns ao jornal, aos editores. Força para continuar em frente!
gostaria de saber quem foi o asno,que retirou umas 100 arvores que foram plantadas na area externa do crematorio digo em frente da avenida estavam todas bonitas e estavam sendo plantadas rescentimente nao era a prefeitura deveria ser particular
A CET poderia começar implantando o semáforo inteligente no cruzamento da Capitão Pacheco Chavez com a Paes de Barros e demais cruzamentos até o viaduto. Outra alternativa é mudar o acesso na região do Largo da Vila Prudente, evitando o contorno na esquina (deixando exclusivo para quem vai a rua José Zappi, estendendo o fluxo até a Ibitirama, assim eliminaria 1 semáforo.
E a interligação da Anhaia Mello com a Presidente Wilson?
É o interesse de poucos em detrimento da sociedade (não só a local) porque o fluxo que atravessa o bairro é enorme!
Chamar a prefeitura de inerte é puro respeito com aqueles que não fazem nada pelo povo.
Sugiro uma mobilização/manifesto cívico e organizado para chamarmos bastante atenção para esse grave problema.
Referente as obras mencionadas pela CET… temos que respirar fundo para mantermos a compostura, já que todos sabemos que NADA está sendo feito por eles para por ordem ao caos instalado!
Tenso ! Sou moradora da Vila Prudente ha quase 70 anos (desde q nasci)E lamentável! Parece uma selva de pedras!! Acho que vai colapsar mesmo!! E triste ver como era e como ficou! Claro e a evolução ! Porem depois do Metro tudo se transformou por aqui!
Permitir construções de novos prédios em um bairro sem considerar o impacto no trânsito é uma demonstração clara de falta de planejamento urbano e visão de longo prazo. Os gestores da cidade estão negligenciando uma questão crucial, que é a mobilidade dos cidadãos. Ao ignorar o aumento inevitável no volume de veículos e a pressão sobre a infraestrutura existente, estão condenando os moradores a enfrentarem engarrafamentos constantes e uma queda na qualidade de vida. Essa falta de preocupação reflete uma administração irresponsável e desconectada das necessidades reais da população. É essencial que haja um planejamento integrado, que leve em conta não apenas o crescimento habitacional, mas também a infraestrutura de transporte, para evitar que a cidade se torne caótica e inabitável. Vias como a rua Americo Vespucci e rua Ibitirama já dão sinais de agonia. No futuro, ruas como a rua Cavour serão novas vitimas do descaso e ganância ferindo junto os moradores do bairro.
Já participei de diversas reuniões — CONSEG, CPM, entre outras, para tratar das enchentes que afetam a nossa região. A resposta, no entanto, continua sendo a mesma: “O problema é complexo.”
Enquanto isso, nada muda. Continuamos enfrentando enchentes recorrentes em vias como a Avenida Anhaia Mello, Rua José Zappi e adjacências.
Fala-se há anos em um “grande projeto” no SIURB, mas até hoje não temos informações concretas:
Qual é esse projeto exatamente?
Qual o prazo de execução?
Qual o impacto real que ele trará para a nossa região?
A população está cansada de promessas vazias. É inadmissível que os moradores continuem sofrendo com alagamentos, perdas materiais e risco à vida, enquanto autoridades permanecem inertes.
Chega de destruição do nosso verde!
É hora de cobrar com veemência os nossos representantes: vereadores, deputados estaduais e federais que foram eleitos com os votos da nossa comunidade e que agora se omitem.
Exigimos transparência, cronogramas e, acima de tudo, ação imediata.
A paciência da população chegou ao limite.
nao existe mais espaco para carros e predios no bairro. A anos já é impossivel circular na anhaia mello. Toda a infra estrutura de energia, agua, esgoto nao foi pensada para isso. Só a prefeitura nao ve isso …
Realmente esse problema de enchente é uma vergonha. Há anos temos esse problema e ninguém tem a coragem de resolver ou de no mínimo passar informações reais.
Já fiz várias cobranças a nossa subprefeitura, mas nada….
Em contato com o Sr. Jocimar, Douglas e Elisete da Subprefeitura recebi a informação que existe um projeto de fazer uma canalização paralela a que já existe na R. José Zappi está na competência da Secretaria de Urbanismo ( Siurb ) parado na Siurb que a principio irá resolver 100% dos problemas da Rua José Zappi e no Largo da Vila Prudente.
O fato é que nenhuma dessas pessoas, consegue ter um status desse projeto. Eu acho isso incrível, pois se as pessoas que estão na Subprefeitura não conseguem essa informação, quem irá conseguir. Estou há mais de um ano falando com eles.
Frequento o Conseg, CPM, etc para pedir apoio, mas até agora nada.
Já falei com a vereadora do nosso bairro (Edir Sales) que ficou de nos apoiar.
Peço apoio ao jornal para que coloque esse tema na pauta das reportagens.
Precisamos de uma mobilização mais forte para resolver o tema.
Obrigado
Prezadíssimos Senhores da Fola VP – Para além deste primoroso editorial, venho trazer uma notícia – que novidade não é mesmo… mas, que nos imcomoda, e muito, aqui na Rua da Prece: furtos no correr de 5 madrugadas en dias alternados (desde terça passada até hoje dia 29.09), até mesmo com o uso de escadas próprias. Pasmem… Trazidas pelos meliantes – temos imagens — para furtar os fios das ligações de telefone existentes na Rua. Lamentavemente os meliantes se valem de muros, árvores, caminhões baús que estejam estacionados, ou mesmo as suas escadas ou o próprio corpo…. Descaradamente. Causam transtornos e perda de serviços, e prejuizos pessoais e total falta de tranquilidade. Acionada a Policia, vieram, mas sempre com atraso… E apesar de boa parte dos morarores participarem da Viglância (solitária) Solidária, nada se faz, sequer uma ronda – aliás não existe ronda alguma e temos dois estratégicos pontos que tiram a nossa paz (morreu faz tempo…) Eco-ponto, e a invasão do prédio da antiga Padaria Amália. Boletins de ocorrências servem mesmo para estatísticas… Sugiro que a Folha venha nos visitar para dar ênfase a esta noticia.. Temos vigilância conjunta com câmeras pagas pelos moradores, e a maioria está no Vigilancia Solidária, só que, estamos à mercê…. Tristeza danada! M.A. Genebra MORADORA 29.09.2025 16.13 H (resido neste local dade 1989)