5 Comentários

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  • Rafael Pimenta 29 de janeiro de 2020, 14:53

    Sinalizado sempre foi…e nunca foi respeitado. Vao esperar haver vítimas fatais para fazer alguma coisa. Revoltante este parecer da engenharia de tráfego que não presta para ver o que realmente é necessário uma vez que a avenida Anhaia Melo tem ligação com a avenida dos Estados não precisando sobrecarregar o fluxo em uma via pública em zona residencial, prejudicando assim os moradores e o comércio local. Que vergonha

  • Marcelo 30 de janeiro de 2020, 17:09

    Vergonhoso isso, não será viável para eles resolver esse problema porque tecnicamente não vai gerar receita para eles.

  • Horacio 31 de janeiro de 2020, 09:09

    Vergonha. Mais uma vez dando preferência a alguns em vez de pensar nos moradores

  • Humberto 5 de fevereiro de 2020, 04:11

    Interessante a revolta seletiva desse povo aí da região: falam dos caminhões mas nunca vejo ninguém reclamar dos carros estacionados na calçada dessa citada via. Sem contar as calçadas criminosas que obrigam o pedestre a andar pelo meio da rua.
    E, mais ainda, já que falaram em sinalização e desrespeito: na rua Rio do Peixe, pertinho dali, entre a Rua das Heras e Santa Adeodata, no lado impar, há três placas de proibido estacionar ( três placas pra um quarteirão!!! ) e, não obstante estacionarem diariamente nesse local proibido, estacionam NA CALÇADA, também obrigando o pedestre a andar pelo meio da rua, e correndo o risco de ser atropelado por algum ônibus. Há anos eu denuncio isso, e já comentei aqui várias vezes.
    Por quê ninguém nunca se queixou disso?
    Por quê a Folha não vem até aqui fazer uma reportagem sobre isso, como fotos e tudo o mais?
    Vão esperar haver vítimas fatais pra tomar alguma providência?
    Cadê as teorias da conspiração, industria da multa, receitas e o escambau pra aplicar nesse caso muito mais escabroso que o da Rua das Heras?

  • Humberto 5 de fevereiro de 2020, 04:15

    Agora eu li melhor a matéria e vi que a equipe do jornal ficou por uma hora na Rua das Heras.
    Vocês poderiam fazer o seguinte: fiquem uma hora em algum ponto de ônibus da Rua Rio do Peixe e prestem atenção nos motoristas de carro que passam ali. Comecem a contar quantos estão manuseando o telefone celular ou falando nele. Aí você fazem uma reportagem sobre isso.