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  • Eduardo Ganança 25 de outubro de 2017, 00:11

    Sem pé nem cabeça o questionamento – e simplesmente patética a matéria.

    Em primeiro lugar, as linhas 1,2 e 3 do Metrô têm frota inteiramente compatível entre si exatamente para possibilitar a troca.

    Em segundo lugar, os trens “velhos” (Frota E) da Linha 2 rodam nesta linha desde 1999 – e sempre foram praticamente fixos nela, apesar de às vezes operarem em outras.
    São estes os trens sem ar condicionado – que sempre foram dessa linha, ou assim pode-se dizer.

    Além disso, por muito tempo foi comum ver a linha verde recebendo reforço dos trens da Frota A, que operavam predominantemente na Linha 1 (Azul).

    A Frota G, entregue entre 2009 e 2011 foi propagandeada na época como “trem da linha verde”, mas hoje opera em lugares onde a lotação é maior, como na Linha 3 (vermelha), somente por conta das portas mais largas, que permitem maior fluxo no embarque e desembarque.

    As frotas mais comuns na Linha 2 hoje são a I e a J, ambas versões totalmente reformadas e revisadas da antiga frota A. Ambos têm ar condicionado e todos os itens de conforto do Frota G – sendo a única diferença perceptível a menor largura das portas. Teoricamente, apesar da estrutura herdada da antiga Frota A, de 1974, todos os demais itens das frotas I e J são da época da modernização, que começou em 2012.

    Ou seja, não só são trens praticamente iguais aos outros, COMO SÃO MAIS NOVOS.

    Concordo que os Frota E são quentes e barulhentos, e sei que não há previsão de modernizá-los. Contudo, vejam como o jornal é simplesmente incapaz de chegar à formulação do problema. É assim que querem ser levados à sério? É desanimadora a desinformação que esse veículo lamentavelmente propaga.