3 Comentários

Deixe uma resposta para Anônimo Cancelar

Seu email não será publicado

Por favor insira um comentário
Por favor informe seu nome
Informe uma url válida.

  • Anônimo 1 de julho de 2016, 20:36

    As vezes nos os sobreviventes saímos de casa cedo ai trabalhamos, estudamos ou as vezes trabalha-se em dois trabalhos e ai conseguimos comprar um carro semi novo ou pau velho mesmo. Ai vem as prestações,IPVA,licenciamento,manutenção,enfim..
    Bom,ai temos de pagar seguro,ai separa-se os valores tudo certinho,ai vem um maldito buraco,ai vc pensa vou deixar pra arrumar o mês que vem,pq não e grave,mas é.
    Ai o seguro não pode deixar sem,pq esse veiculo tão suado e minha aposentadoria,ou minha poupança,ai então arrumo o carro e deixo de pagar uma documentação,mas não para por ai,caio na armadilha de um radar,que não estava previamente com placas de sobreaviso. Ou seja é uma bola de neve que sei muito bem,que se vive em uma armadilha de sobrevivência,vivemos para trabalhar e pagar dividas,e quando conseguimos um simples veiculo que se pensa que se tendo bens tudo proverá,a sociedade com regras assim como assaltantes são a mesma coisa. Perde-se um ser humano jovem que estava tentando,e perde-se policiais que tem trabalhado para prender o que juízes soltam.
    Resumo policiais e população honesta estão com medo,e os caras ruins sabem disso.

  • Anônimo 1 de julho de 2016, 15:00

    a atuação da policia esta errada , mas o cara deveria ter parado , quem não deve não teme

    e o p

  • Anônimo 2 de julho de 2016, 02:01

    Olha, sou um defensor da polícia paulista, tenho parentes e amigos policiais, sei que a maioria dos policiais são competentes, e sérios, eles dão a vida para proteger a sociedade contra os criminosos. Mas a atuação policial que culminou na morte do jovem da Vila Califórnia, foi desastrosa, totalmente fora dos parâmetros estabelecidos pelo Comando da PM, e ensinados na Academia de Polícia do Barro Branco.

    Espero que os responsáveis por esta triste execução, sejam severamente punidos, e que o caso sirva de exemplo a todos os policiais e guardas municipais, para que ajam com rigor, mas sempre dentro dos limites da lei e ao respeito aos direitos humanos.